terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CORINTHIANS e seu incomparável crescimento na adversidade!



Em 1 de setembro de 1910, o Sport Club Corinthians Paulista era criado por 4 operários no Bom Retiro, em São Paulo.


Nessa mesma época, muitos outros pequenos clubes de futebol foram criados em toda a cidade de São Paulo. O futebol pipocava por todo o estado.

O simples fato de um time criado nessas condições ter se tornado um dos maiores do mundo, por si só, já é um feito atípico e extraordinário.

Mais tarde e já relativamente grande, o Corinthians passou quase 23 anos, entre 1954 e 1977, sem ganhar um único título de relevância.

Curiosamente, a torcida do clube cresceu e se consolidou nesse período como a segunda maior do país.

Para se ter uma ideia, um ano antes do título, em 1976, a torcida apaixonada deu imensa demonstração de força, protagonizando o maior deslocamento de longa distância de uma torcida de futebol (quiçá, esportivo) da história, quando nada menos do que 70 mil corintianos pegaram a Via Dutra e foram assistir à semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976 no Maracanã contra o Fluminense.

Apesar disso, o Corinthians foi derrotado na final daquele torneio.

Começava ali a alcunha que o corintiano carrega até hoje com muito orgulho: Sofredor!!

Em 1990, o Corinthians já era um time imenso há muito tempo, mas ainda não tinha ganhado um único campeonato nacional.

Um clube pelo qual passaram Sócrates e Rivelino, que teve times mágicos e insuperáveis, jamais havia levantado uma taça nacional.

Mais uma vez, o sofrimento entrou em campo. O Corinthians não era favorito ao título, pelo contrário, era considerado um time mediano.

Mas com muita garra e confiando na bola parada do craque Neto, o clube se superou e levou seu primeiro caneco nacional em cima do segundo maior rival, o São Paulo.

Depois disso, a conquista do maior título do país se tornou recorrente, foram 5 até hoje.

Contudo, o mundo se globalizava e o futebol também. Os campeonatos estaduais e nacionais perderam força gradativamente, dando espaço para os campeonatos continentais.

Nesse período, novo trauma. O Corinthians sucumbiu na Libertadores por duas vezes consecutivas diante de seu maior rival, o Palmeiras.

Além disso, foi obrigado a ver o rival sagrar-se campeão continental. Dentre os 4 grandes de São Paulo, apenas o Corinthians não tinha o Troféu ainda.

Ambas as eliminações foram traumáticas e, justamente por isso, veio a resposta, o crescimento na adversidade.

Em 2000, a FIFA organizou seu primeiro Mundial Interclubes, escolhendo o Brasil como sede e dando ao Corinthians vaga inquestionável como campeão do país sede.

O Timão se sagrou campeão após enfrentar clubes de todo o mundo, incluindo o poderoso Real Madrid (Campeão da Champions League 1998) e o Vasco da Gama (Campeão da Libertadores 1998), ainda  com participação do Manchester United (Campeão da Copa Intercontinental Toyota 1998), que abriu mão da Copa da Inglaterra exclusivamente para disputar esse torneio.

O episódio representou outra invasão ao Maracanã, quando aproximadamente 30 mil corintianos compareceram à final.

Não foi fácil e o Corinthians não era favorito, mas superou na raça os outros times.

No ano seguinte, a empresa que organizava o torneio e já estava com a edição de 2001 preparada, faliu, o que acabou por desestruturar a competição por alguns anos.

Mesmo assim, o campeonato retornou em molde praticamente idêntico em 2005.

Assim, muito embora a regra do Mundial Interclubes permita até hoje que o país sede SEMPRE possua um representante, a conquista sempre foi questionada pelos rivais, que estavam acostumados a jogar um jogo contra um clube arbitrariamente escolhido como representante do resto do mundo e, assim, se autodenominar (sem chancela da FIFA) Campeões Mundiais.

Todos esses episódios e muitos outros criaram o espírito de garra e superação que já não pode ser desvinculado do Corinthians.

Mas não foram suficientes para que o clube se tornasse um dos maiores do mundo.

Era preciso mais sofrimento, mais adversidade, mais superação para que o clube se tornasse um verdadeiro papa títulos e se consolidasse como potência mundial.

Dito e feito. Em 2007, o Corinthians, aos 97 anos, era rebaixado pela primeira e única vez em sua história para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.

E é justamente aí que se inicia a história que será contada nesse texto.

Já no campo, a torcida demonstrou que esse episódio seria mais um divisor de águas capaz de alçar o time a um novo patamar.

Evidente que existiram cobranças e indignações, mas o que ficou efetivamente marcado foi a manifestação apaixonada da torcida que, desolada, urrava: "Eu sooou Corinthians! Eu nunca vou te abandonarPorque eu te amo!"

Essa demonstração de amor finalmente chamou a atenção dos diretores do clube para o fato de que esse time era forte, muito forte e que essa força toda estava concentrada em um fator chave: Uma torcida gigante e completamente apaixonada.

Assim, foi criado o primeiro produto de sucesso absoluto de vendas do clube:



Hoje, essa camisa já conta com mais de 1,2 milhão de unidades vendidas.


O clube montou um bom time para disputar a série B, fortaleceu seu sistema de marketing e fechou acordos recordes de patrocínio, além de ganhar transmissão exclusiva da série B.

Logo de cara, o time fez campanha excepcional na Copa do Brasil, parecendo que voltaria à Libertadores antes mesmo de voltar à Série A.

Se isso tivesse ocorrido, talvez a lição do rebaixamento tivesse sido incompleta.

O clube fracassou na Copa do Brasil, apesar do franco favoritismo. Contudo, fez a melhor campanha da história das séries A e B do brasileirão, voltando em grande estilo e com média de público recorde, apesar de jogar apenas no Pacaembu.

Tive o privilégio de estar no estádio tanto no jogo do acesso quanto no do título da Série B.

Todo esse sofrimento trouxe grande crescimento ao Corinthians, que finalmente passou a explorar como deveria seu potencial econômico, atraindo grandes investimentos e jogadores de alto nível.

De quebra, criou o programa “Fiel Torcedor” que alçou as arrecadações com bilheteria do time a um novo patamar.

Para a volta à série A, contratou Ronaldo Fenômeno, em uma das mais ousadas estratégias de marketing já elaboradas pelo futebol brasileiro.

Corinthians e Ronaldo viveram verdadeira lua de mel, com muitos gols, dois títulos inquestionáveis e com atuações de gala.

Então, foi hora de trazer mais jogadores de alto nível, como Roberto Carlos, para finalmente concretizar o sonho de vencer a Libertadores.

Nesse momento, o Corinthians já havia assumido e disparado no posto de time com maior receita do Brasil, além de contar com audiência e média de público constantemente altíssimas.

O sofrimento do rebaixamento trouxe a consolidação do time como mais promissor do Brasil, fazendo com que o Corinthians experimentasse euforia e glórias.

Chegou então o ano do centenário do clube: 2010.

O planejamento foi milimetricamente elaborado para que o clube finalmente se sagrasse campeão da Libertadores naquele ano.

Nada deu certo.

Mais um trauma na história do time, que foi eliminado nas oitavas de final contra o Flamengo. Eu estava em ambos os jogos.

O clube não conquistou um único título em seu centenário.

No entanto, isso representou nova superação, pois a paixão pelo Time levou nada menos do que 100 mil pessoas ao Anhangabaú, para a festa de 100 anos. Eu também estava lá!

Nessa festa, aproveitou-se para anunciar a construção do tão sonhado estádio, que mais tarde se tornou sede da abertura da Copa do Mundo de 2014.

Pouco tempo depois, o time sofreu mais um duro golpe ao perder seu até então vitorioso técnico Mano Menezes para a Seleção Brasileira e contratou Tite, que chegou com muita desconfiança e ainda fracassou de cara no Campeonato Brasileiro daquele ano, apesar do favoritismo.

Seriam todos esses episódios suficientes para que os mais altos sonhos corintianos fossem finalmente alcançados, com construção de estádio, além da conquista da Libertadores da América e novamente do Mundial Interclubes?

Evidente que não.

A relação umbilical do Corinthians com o sofrimento precisava de mais um capítulo de adversidade para que o céu finalmente se tornasse o único limite.

Dito e feito.

O Corinthians sofreu, provavelmente, a maior humilhação já sentida por um clube brasileiro em uma competição internacional (talvez igualada pelo Internacional contra o Mazembe), ao perder para o absolutamente inexpressivo Tolima, ainda na pré-Libertadores.

Tudo isso com Ronaldo e Roberto Carlos em campo.

O golpe foi duríssimo, tanto que derrubou os dois ídolos do time de uma só vez e ainda sacramentou a aposentadoria do Fenômeno.

A humilhação e a total desestruturação sofridas levava a crer que teríamos imediata troca de treinador, como sempre foi feito, seguida de absoluta perda de rumo do time nos campeonatos subsequentes.

Pelo contrário, o Corinthians, mais uma vez, cresceu.

A diretoria cresceu e bancou, apesar da revolta, a permanência do Técnico Tite.

O time cresceu e venceu de maneira heroica e apertada o campeonato Brasileiro de 2011.

Finalmente, estávamos prontos, embora nem imaginássemos.

Fomos para a disputa da Libertadores receosos pelo vexame do ano anterior.

Como se isso não bastasse, não possuíamos uma única estrela de peso.

Tínhamos um bom time, mas só isso.

Para completar, logo no primeiro jogo, assistimos novamente, por aproximadamente 90 minutos, ao filme da eliminação contra o Tolima.

Isso porque perdíamos por 1 x 0 para o inexpressivo Deportivo Táchira.

Mas a história não se repetiu e Ralf, volante que possui apenas 5 gols em 172 jogos pelo Corinthians, marcou de cabeça.

Depois disso, o time teve vida fácil na primeira fase da Competição, se classificando em 1º do seu grupo e com a segunda melhor campanha no geral, além da melhor defesa da competição.

Mesmo assim, a confiança ainda não era absoluta, pois o time quase sempre era desclassificado justamente no mata-mata.

Logo antes das oitavas de final, um anúncio de tragédia.

Desclassificação no Campeonato Paulista para a Ponte Preta, que dias antes havia sido derrotada para o time reserva.

Mais uma vez, o time cresceu.

Cresceu e convenceu, eliminando o Emelec com uma vitória fácil no Pacaembu, demonstrando a força do time em casa.

Logo em seguida, vieram os dois jogos mais difíceis de todo o torneio, empate sem gols com o Vasco no Rio de Janeiro, com direito a anulação de gol impedido por centímetros e vitória apertadíssima nos últimos minutos em São Paulo.

Nesse jogo, o Goleiro Cássio fez a defesa mais incrível que tive a oportunidade de assistir até hoje. Defendeu com as pontas dos dedos um chute cara a cara de Diego Souza muito bem colocado em seu canto esquerdo.

Na semifinal, confronto com o terceiro maior rival, o até então temido Santos de Neymar.

Nos últimos anos, o Corinthians havia sofrido praticamente só derrotas para o Santos.

No entanto, mais uma vez o time cresceu na decisão, impôs seu ritmo de jogo – com direito a anulação de Neymar por Jorge Henrique – e venceu sem sofrer grandes riscos.

Finalmente, após 52 anos de existência da Copa Libertadores, o Corinthians estava em uma final do torneio.

E não era em qualquer final, era diante do Boca Juniors, time mais temido da história do torneio e com desempenho exemplar contra brasileiros, além de contar com um verdadeiro caldeirão como estádio e Riquelme como Maestro.

No primeiro jogo, o sufoco foi grande. O Boca saiu na frente e teve diversas oportunidades de gol.

No entanto, a estrela de Tite brilhou e Romarinho, assim que colocado em campo pelo treinador, fez o gol de empate.

O fim do jogo trouxe mais sufoco e até mesmo bola no travessão, mas o time conseguiu sair da Argentina com o empate.

No jogo de volta, Pacaembu lotado e outros 30 mil corintianos no Anhembi.

O jogo foi relativamente tranquilo, com 2 gols de Emerson Sheik e finalmente o corintianos pôde soltar o grito de campeão da América.

A comemoração durou dias. Não foi uma conquista qualquer, pois pela primeira vez desde que o campeão precisa disputar 14 jogos para levantar a taça, um clube fez a campanha do título sem derrotas.

De quebra, ainda obteve a melhor média defensiva da história do torneio, com 0,28 gol por jogo.

Depois disso, o time apenas cumpriu tabela no Campeonato Brasileiro, sem fazer grande esforço.

Nos últimos 5 jogos, força máxima para dar ritmo de jogo e readquirir o entrosamento para a disputa do Mundial Interclubes.

Após ter passado 4 anos sem uma derrota sequer contra o São Paulo, segundo maior rival, o Corinthians voltou a sofrer duas derrotas consecutivas diante do rival – apesar de gol mal anulado –, contra os reservas do adversário, o que aumentou as especulações sobre as chances no Mundial.

Já no embarque, uma previsão do que seria o show da Fiel Torcida.

Nada menos do que 15 mil torcedores compareceram ao aeroporto de Cumbica para assistir ao embarque do time para o Japão.

Trata-se de um dos maiores deslocamentos de fãs de futebol na história do esporte, para um evento que não seja uma partida de futebol. Seguramente o maior para se despedir e desejar boa sorte a um time.

No primeiro jogo, contra o Al Ahly do Egito, o time jogou muito mal, chegou a ser dominado no segundo tempo e passou para afinal com vitória magra por 1 x 0, em gol feito por Guerrero após cruzamento sensacional de Douglas.

Aproximadamente 25 mil corintianos lotaram o estádio e empurraram o time.

Em contrapartida, o Chelsea, que fazia péssima temporada, goleou os adversários nos jogos que antecederam o Mundial e ainda passaram fácil pelo Monterrey do México na semifinal, pelo placar de 3 x 1.

Muitos analistas chegaram a dizer que, se ambos os times repetissem o futebol da semifinal, o Chelsea golearia o Corinthians. Os corintianos também já não apresentavam o mesmo otimismo, mas seguiam esperançosos.

De quebra, o Monterrey demonstrou, horas antes da final, que de fato era mais time que o Al Ahly e encerrou a participação no campeonato em 3º lugar, após vitória por 2 x 0.

Calcula-se que ao menos metade do estádio, ou seja, 33 mil torcedores eram corintianos vindos de diversas partes do mundo ou residentes no Japão. O papel da torcida foi destaque em todo o planeta.

O Chelsea se armou todo no ataque, abrindo mão de volantes de marcação e confiante em uma goleada.

Em contrapartida, Tite resolveu intensificar a marcação em Hazard e colocou Jorge Henrique para marcar o armador e povoar o meio de campo.

Deu certo.

O Chelsea, bem marcado, ficou limitado aos lançamentos nas costas da zaga do Corinthians, enquanto o time brasileiro dominava o meio de campo e saía com a bola dominada.

Ainda assim, a qualificação técnica do time Inglês fez com que os tais lançamentos nas costas obrigassem o goleiro Cássio a operar verdadeiros milagres em campo.

Houve ainda uma chance clara de gol dos ingleses na bola parada, em cobrança de escanteio, e outra no chute de média distância. Todas pararam nas mãos (pernas e barriga) de Cássio.

Já o Corinthians chegava mais sólido ao ataque, envolvendo a zaga do Chelsea com passes rápidos e infiltrações.

No segundo tempo, finalmente o gol corintiano e justamente originado em bola trabalhada.

Paulinho recebeu passe da zaga e, de letra, colocou a bola na cabeça de Jorge Henrique, que devolveu de primeira.

Paulinho então cortou para a esquerda, trazendo toda a zaga do Chelsea consigo.

No entanto, saiu da bola e deixou-a para Danilo, que cortou para a direita, desbaratinando totalmente a zaga adversária, que limitou-se a se lançar ao chão e correr para dentro do gol, tentando formar uma barreira.

Mesmo com a zaga desmontada, o chute de Danilo foi parcialmente bloqueado, espirrando e sobrando na cabeça de Guerrero, que apenas empurrou para o gol, por cima da barreira desesperadamente formada pelos jogadores do Chelsea.

O Corinthians administrou bem a vantagem e passou a jogar no contra-ataque, apesar de seguir povoando o meio de campo.

No fim do jogo, o zagueiro Cahill, do Chelsea, ainda foi expulso por jogada confusa com Emerson Sheik.

Além disso, um gol do Chelsea foi muito bem anulado, após cabeceio para o gol feito por um Fernando Torres completamente impedido.

E o jogo ainda acabou com uma bola na trave.

O Corinthians se tornou bicampeão do Mundial Interclubes da FIFA, posto ocupado ao lado apenas do Barcelona.

Esse texto não pretende, de maneira alguma, desmerecer ou comparar as conquistas do Corinthians com as de quaisquer outros clubes.

Pretende, sim, comparar a capacidade de reação e crescimento desse time na adversidade.

É isso que fascina a Fiel Torcida e os amantes do futebol e intriga os adversários.

O Corinthians possui mais conquistas como azarão do que como franco favorito.

Sempre cresce após grandes sofrimentos.

A cada humilhação, retorna mais ambicioso, preparado para alçar voos maiores.

O Corinthians não se tornou grande por suas glórias, se tornou grande por seus sofrimentos.

Sofrimentos esses que possibilitaram o crescimento e as glórias.

23 anos de jejum trouxeram a torcida apaixonada e gigante.

20 anos sem campeonato nacional trouxeram 5 títulos nacionais e a consolidação como um grande time.

Eliminações traumáticas contra o maior rival na Libertadores trouxeram o primeiro Mundial Interclubes.

A queda para a série B trouxe notoriedade internacional, receita de clube europeu, marketing de primeiro mundo e o Fenômeno.

O fracasso no centenário trouxe o Estádio de primeira linha e a maior festa de aniversário da história do futebol.

A eliminação contra o Tolima trouxeram a primeira Libertadores e o Mundial Interclubes, ambos invictos e com meros 4 gols sofridos em 16 jogos!

Corinthians, você me fascina.

Obrigado por transformar cada sofrimento em uma alegria ainda maior.

Obrigado por me ensinar a crescer na adversidade, por maior que ela seja.

Obrigado por tornar 2012, apesar de tão difícil, em um ano tão lindo e memorável!

Obrigado por existir e me fazer feliz!

Talvez, todos esses episódios tenham sido suficiente para levar o Corinthians ao ápice.

Talvez, novas quedas virão, seguidas de mais crescimento.

Não tenho como saber isso, pois só o tempo dirá.

Penso que, ainda que não soframos novas humilhações, derrotas surpreendentes e amargas – afinal, o Corinthians alcançou novo patamar futebolístico –, a relação do Corinthians com a vitória suada, apertada e na raça, jamais será desfeita.

O que tenho como saber e sei com toda a certeza é que, independentemente disso, serei corintiano até a morte!

3 comentários:

  1. Ótimo texto!! Parabéns!! Apenas complementando, sobre o Mundial de 2000 o Manchester foi convidado, por ter sido campeão do Campeonato Interclubes da Toyota no Japão(O antigo mundial) ganhando em cima do Palmeiras.

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    1. Obrigado pela complementação. Incluí no texto.
      Abraço!

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    2. Parabéns filhote, excelente texto. Tenho muito orgulho de você e dos seus talentos mas pricipalmente de tê-lo feito Corinthiano. Eu levei 19 anos para ver o Corinthians ser campeão e estive na invasão do maracanã um ano antes. Ontem na minha corrida matinal escutei uma música do grande Raul Seixas com Silvio Brito (pare o mundo que eu quero descer) que diz: "...ter que pagar pra nascer, ter que pagar pra viver, ter que pagar pra morrer...pare o mundo que eu não aguento mais esperar o Corinthias ganhar um campeonato..." Certamente, se ele tivesse se cuidado um pouco melhor, teria visto muitas das nossa vitórias. Beijão e vamos em frente que em 2013 tem mais, quem sabe o Tri Mundial.

      Casemiro Reis

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